sexta-feira, 3 de abril de 2015

Portas Abertas visita o cristão colombiano Jaime

03 abr 2015COLÔMBIA

Depois de cumprir três anos de prisão unicamente por sua fé, Jaime Tenorio foi libertado, em 29 de novembro de 2014. Recentemente, a Portas Abertas foi visitá-lo e à sua família. Até então, Jaime vivia em Cauca, juntamente com sua esposa e filhos
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Jaime e sua família pertencem a uma tribo indígena. Enquanto vivia nesta comunidade, ele passou a ajudar uma organização que estava lutando pelos direitos de educação para os cristãos indígenas. Nesta região, o Conselho Indígena trabalhou arduamente para conter toda influência cristã fora da comunidade.
Um dia, Jaime estava ajudando uma mulher cristã cujas vacas tinham sido levadas pelo Conselho Indígena. No tumulto, alguém bateu em Jaime e ele reagiu em legítima defesa. O Conselho o acusou de tentativa de homicídio.
De acordo com a Constituição colombiana, as comunidades indígenas têm autonomia. Isso significa que eles têm as suas próprias leis e sistemas de justiça. O Conselho Indígena condenou Jaime baseado nessa condição. Ele foi preso em uma instituição colombiana (do governo), porque as prisões locais não são construídas para o cumprimento de sentenças de longo prazo. No ano passado, o advogado contratado pelo Conselho Indígena descobriu que não havia razões legais para manter Jaime na prisão. Ele foi libertado e pôde voltar para sua comunidade.

Após a sua libertação condicional, Jaime foi obrigado a fazer trabalho forçado para o Conselho. Mesmo assim, sua família não recebia os alimentos e materiais escolares prometidos a eles, por isso, Jaime decidiu fugir de sua cidade. Neste momento, Jaime e sua família estão tentando construir uma nova vida.

Durante seu tempo na cadeia, colaboradores da Portas Abertas o visitaram, assim como à sua família. As muitas cartas enviadas por cristãos de todo o mundo significaram muito para ele. "Com todo o respeito, eu gostaria de agradecer a você pelo gesto de apoio espiritual e suporte físico que me enviou. Eu saudo os irmãos e irmãs em outros países. "
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

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