quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Em Faisalabad, um garoto cristão de 14 anos foi brutalmente assassinado

O menino Suneel Masih, órfão, desapareceu em 19 de agosto. Seu corpo foi encontrado dois dias depois em uma área remota da cidade. Alguns órgãos internos foram retirados, provavelmente para o mercado negro. Policiais confessaram nunca ter visto "um assassinato como esse." A comunidade cristã clama por justiça, mas, até agora, nem mesmo a investigação do caso foi aberta
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Um assassinato brutal, de natureza sombria, abalou mais uma vez a comunidade cristã no Paquistão, já marcada pela experiência da menina Rimsha, portadora de retardamento mental, presa por blasfêmia, em Islamabad (Leia Médicos confirmam incapacidade mental de menina paquistanesa).

Na terça-feira (21), em uma área isolada da cidade, a polícia de Faisalabad encontrou o corpo do cristão Suneel Masih, de 14 anos, terrivelmente mutilado. O menino era órfão e havia desaparecido dois dias antes.

Ainda chocado com a ferocidade dos assassinos, um policial, sobre a condição de anonimato, confidenciou para a agência de notícias AsiaNews: "É a primeira vez que vejo um assassinato como esse". O corpo foi encontrado em estado deplorável, sem alguns órgãos internos e externos, que foram tomados, provavelmente, para serem vendidos no mercado negro. Seu rosto estava irreconhecível.

O funeral de Suneel realizou-se na quarta-feira (22), com a presença de alguns líderes e políticos locais. Uma marcha de protesto se estendeu pelas ruas de Faisalabad; pessoas repetidamente exigiam "justiça" para o caso do menino.

De acordo com algumas testemunhas, em 19 de agosto, Suneel - estudante da 5ª série - foi a uma loja no Mercado da Liberdade comprar uma camisa. Naquela noite, o rapaz não voltou para casa. Nos primeiros dias, a família realizou uma busca desesperada e seu desaparecimento foi reportado à polícia. Dois dias depois (em 21 de agosto), a polícia encontrou o menino já morto.

Diante dos acontecimentos, a comunidade cristã está em choque e clama por justiça, talvez em vão, já que, até agora, a polícia sequer abriu uma investigação formal. O líder religioso Nisar Barkat falou à AsiaNews sobre a urgência do caso e apelou pela aplicação da lei, para que o governo leve os responsáveis à justiça "o quanto antes".

“A comunidade cristã”, acrescenta Barkat, “se sente insegura e não consegue parar de pensar sobre este caso horrível. Hindus e cristãos vivem com medo". O cristão Joel Aamir Sohotra afirmou que "este crime representa uma séria reflexão, porque não estamos apenas diante do assassinato de um menino cristão, mas a liberdade de todas as minorias está ameaçada."

O advogado cristão Kamal Chughtai confirma que nunca viu "uma coisa assim, com este nível de crueldade” em toda a sua vida. Ele condena fortemente esta "atrocidade" e solicita a imediata detenção dos culpados. Segundo ele, se os assassinos não forem responsabilizados e punidos em dois dias, como prometido pela polícia, todos os cristãos na cidade devem tomar as ruas para exigir justiça.
FonteAsiaNews
TraduçãoAna Luíza Vastag

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

No Quênia, cinco Igrejas sofrem ataques de retaliação

Pelo menos duas mortes já foram confirmadas; o número total, porém, permanece incerto. Os ataques aconteceram após o assassinato do líder muçulmano Aboud Rogo Mohamed na última segunda-feira (27), e indicam um ódio profundo direcionado às igrejas e aos cristãos locais, cuja causa é inexplicável
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O Conselho Nacional de Igrejas no Quênia (NCCK, sigla em inglês) condenou veementemente ataques de retaliação comandados por manifestantes que protestavam contra o assassinato do xeique Aboud Rogo Mohamed, um pregador muçulmano de 47 anos, que teve seu veículo pulverizado por balas de pistoleiros desconhecidos, na última segunda-feira (27).

Em comunicado divulgado à imprensa, o NCCK afirmou que atos de vandalismos e saques realizados por protestantes foram injustificados e atrozes. Cristãos inocentes foram feridos e o escritório do NCCK em Mombaça, amplamente danificado, assim como igrejas de diferentes denominações, que tiveram seus prédios depredados.

O secretário-geral do NCCK, Rev. Canon Peter Karanja, levantou algumas preocupações quanto ao caso: "Não conseguimos entender a lógica que fez os manifestantes associarem o assassinato hediondo de Aboud Rogo com as igrejas e outros quenianos inocentes. A mensagem clara é que esses ataques são indicativos de um ódio profundo em direção às igrejas, cuja causa é inexplicável."
Aboud Rogo era um líder islâmico controverso, diversas vezes detido pela polícia sobre as suspeitas de ser o homem principal do levantamento de fundos e recrutador do grupo radical Al-Shabaab no Quênia. Em janeiro de 2012, foi preso pela segunda vez, acusado de posse ilegal de armas e detonadores; atualmente estava em liberdade sob fiança, enquanto aguardava o julgamento.
Conhecido pela pregação e o ódio por todos os infiéis, xeique Rogo já havia praticado e justificado a Jihad em áreas ocupadas por não-muçulmanos.

Caso Garissa
Acredita-se que Rogo apoiou, em 6 de julho desse ano, os ataques às duas igrejas de Garissa, onde 17 cristãos foram mortos. O líder islâmico descreveu os levantes como atos de retaliação pelos muçulmanos oprimidos e os justifica alegando que, "a presença dos cristãos na região é uma ameaça mortal que os muçulmanos devem enfrentar. As igrejas e os evangélicos oprimem os muçulmanos”.

Em alguns de seus sermões, Rogo se mostrou irritado com a decisão de líderes muçulmanos e cristãos que, após os assassinatos de Garissa, decidiram trabalhar juntos e amenizar as tensões. Segundo declarações de fontes, o xeique também expressou indignação com igrejas que ele denominou como "territórios muçulmanos", nas províncias ao Norte, Leste e à Costa do Quênia. Ele teria dito: "Igrejas em território muçulmano representam uma forma vil de retardo muçulmano que os islâmicos devotos devem enfrentar, portanto, o assassinato de 17 pessoas é muito pequeno."

Aboud Rogo ainda elogiou os assassinatos de cristãos em Garissa como "gloriosos” e como uma continuação do espírito da Jihad pelo" sagrado povo somali".

Considerado por altos setores da juventude muçulmana, a notícia da morte de Rogo imediatamente provocou protestos generalizados em Mombaça, resultando na destruição das cinco Igrejas e do escritório do NCCK.

Diante das tensões que a situação toda provocou, policiais e oficiais paramilitares limparam as ruas; comerciantes foram obrigados a fechar suas lojas. Saques irromperam em torno da Mesquita Musa Masjid, onde partidários de Rogo colocaram seu corpo antes do enterro. O xeique foi enterrado no Cemitério muçulmano Manyimbo, em Mombaça.

Pedidos de oração:
  • Orem para que Senhor conforte e proteja as pessoas inocentes em Mombaça.
  • Peça a Deus para que a paz seja restaurada na cidade e para que a verdade prevaleça.
  • Clame por sabedoria, orientação e força para os líderes dessas cinco igrejas que foram atacadas.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Você já demonstrou amor hoje?

O amor é a chave de todas as coisas.

Deus amou o mundo, por isso enviou seu Filho. O amor cobre infinitos pecados. O amor vence o medo. Deus é amor.

Apesar de todas essas qualidades, o amor é deixado de lado. Jesus alertou que, no fim dos tempos, o amor de muitos se esfriaria. A dura realidade cotidiana não nos deixa esquecer essa verdade.

Temos amado como deveríamos? Ou será que o amor em nós tem se esfriado? Cenas tristes se repetem nos telejornais e insensibilizam nosso coração. O trânsito, os prazos, as contas por pagar podem nos sufocar e tirar de nós a capacidade de amar os outros como o próprio Deus nos amou.



Pastor Yousef Nadarkhani recebe nova convocação ao tribunal

Em menos de duas semanas, o cristão Yousef Nadarkhani enfrentará novo julgamento no Irã. Marcado para o dia 8 de setembro, a corte deve recebê-lo após mais de 1.060 dias em que ele esteve na prisão por nenhuma outra razão se não sua fé em Jesus Cristo – uma prisão que viola a própria Constituição iraniana
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Em sua convocação mais recente aos tribunais iranianos, o pastor Yousef Nadarkhani, de 35 anos, foi intimado a comparecer à corte para enfrentar as "acusações feitas contra ele."
A referência evasiva à acusação de apostasia de Nadarkhani, questionada internacionalmente, é recebida como "surpresa nenhuma " por Jordan Sekulow, conselheiro executivo do American Center for Law and Justice, ACLJ, que acompanha o caso desde o início.

"O Irã tem tentado repetidamente confundir a comunidade internacional, alegando que o pastor Yousef não é nada mais do que um criminoso comum. O que acontece é que se o Irã tiver sucesso mascarando o caso de Yousef, o mundo vai parar de gritar por sua libertação", disse  Sekulow ao The Christian Post via e-mail datado de 16 de agosto.

"Depois que conseguimos tornar público o veredito de tribunais tradicionalmente secretos, no qual o pastor Yousef foi julgado e condenado apenas por ter se convertido ao cristianismo, o Irã teve de voltar atrás em suas mentiras", acrescentou.

Na intimação judicial, Nadarkhani é convocado a comparecer à audiência de 8 de setembro, às 9h, horário local.

O pastor que, inicialmente recebeu uma sentença de execução sob a acusação de apostasia, permaneceu na prisão por 1.060 dias, situação que, de acordo com o ACLJ, viola a própria Constituição iraniana.

"A detenção indefinida e arbitrária do pastor Yousef, por quase três anos, viola o artigo 9º do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, do qual o Irã é obrigado a seguir", disse Sekulow ao CP.

"As próprias leis do Irã exigem que o Judiciário emita sua decisão por escrito no prazo de dez dias após a audiência, realizada em setembro de 2011. Sua incapacidade de fazê-lo significa o seu total desrespeito ao Estado de Direito", continuou Sekulow.

"O Irã também parece ignorar que o caso de Yousef tenha causado grande dano à reputação do Islã e às relações entre as nações e pessoas de fé em todo o mundo", concluiu.

Como tudo aconteceu
Yousef Nadarkhani foi preso em outubro de 2009, acusado de apostasia e propagação do evangelho a muçulmanos.
Em setembro de 2011, a agência iraniana de notícias semi-oficial, Fars News, informou que Nadarkhani foi a julgamento por acusações de estupro, extorsão esionismo.

Documentos do tribunal que vazaram dias depois esclareceram que Nadarkhani foi, de fato, julgado por apostasia; críticos suspeitam que o relatório falho da Fars News não passa de uma tentativa de aliviar a pressão internacional sobre as acusações baseadas na fé e religião de Nadarkhani.

Países, incluindo Grã-Bretanha, Estados Unidos e Brasil, têm se pronunciado a favor da libertação de Nadarkhani.

Embora a intimação judicial mais recente implique na possibilidade de a acusação contra Nadarkhani sobre apostasia ser descartada, Sekulow disse ao CP que não conta com isso.

"Nós não temos nenhuma informação de que o governo absolveu o pastor Yousef da acusação de apostasia, para a qual ele foi condenado à morte. O regime iraniano tem sido repetidamente desonesto no passado. Até vermos Yousef andando livremente, não podemos confiar em nada do que dizem", ressaltou. 

Nadarkhani continua na prisão, aguardando a data decidida pela corte; enquanto sua esposa, Fatema Pasindedih, e seus dois filhos, esperam por melhores notícias.

Após passar por prisões em 2006 e 2009, o pastor Yousef foi preso em junho de 2010 sob a acusação de apostasia, liderar igrejas domésticas e proselitismo a muçulmanos. Em setembro do mesmo ano foi condenado por um tribunal regional à morte por enforcamento. Por causa da pressão internacional, a sentença ainda não foi colocada em prática. O Jornal Nacional repercutiu o caso:
FonteThe Christian Post
TraduçãoAna Luíza Vastag


sábado, 25 de agosto de 2012

Homens enfrentam julgamento pela conversão de uma mulher saudita

Ambos trabalhavam com a moça em Al-Khobar. As acusações se dão porque, além de renunciar ao islamismo, a garota fugiu do país. Na Arábia Saudita, os preceitos do Islã são seguidos rigorosamente; a conversão ao cristianismo é punida com morte
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Um libanês e um saudita, irão a julgamento no próximo mês acusados de converter uma jovem ao cristianismo e ajudá-la a fugir da Arábia Saudita, país estritamente islâmico.
O pai da moça apresentou uma queixa policial contra os dois homens, com quem a garota trabalhou em Al-Khobar, no leste da Arábia Saudita. Ele afirma que seu chefe libanês expatriado, o cristão Henna Sarkees, influenciou sua filha, incentivando-a a deixar o Islã. Investigadores concluíram que o homem saudita, cujo nome não foi divulgado, auxiliou a jovem a obter os documentos necessários para sair do país, sem o conhecimento de sua família. 

Os acusados foram convocados a comparecer ao tribunal no dia 15 de setembro para um julgamento classificado como “caso sem precedentes”. O ocorrido provocou uma série de indignações pela Arábia Saudita e, a população tem clamado por uma punição severa.

Segundo fontes locais, o libanês teria dado livros sobre cristianismo à mulher saudita e a convidou a participar de chats religiosos online. Depois de convertida, a moça foi para o Líbano, onde recebeu apoio de um grupo cristão. Acredita-se que agora ela esteja no Reino Unido.
A intolerância religiosa e os riscos para os cristãos
Na Arábia Saudita, além da conversão ao cristianismo ser punida com morte, o Islã, em sua versão extrema e puritana, o wahabismo, é rigorosamente aplicado.
As mulheres não são autorizadas a ter um passaporte sem a permissão de seu guardião (que pode ser o marido, o pai ou algum outro parente do sexo masculino).

Humood Al-Khaldi, advogado da família, declarou que pais, irmãos e primos aguardam o retorno da jovem à sua casa, na Arábia Saudita. Segundo ele, “este é um caso complicado, pois foi afeta os valores islâmicos”. “A lei sobre renúncia do Islã é muito clara. De todo modo, os papéis desempenhados pelos dois homens, em fazer a moça se tornar cristã, deve ser levado em consideração”, completou. 

Quanto ao pedido da família pela condenação dos homens envolvidos no caso, o tribunal deve certificar-se primeiro de que a menina foi coagida a se converter ao cristianismo e fugir do país. O tribunal decidirá sobre o assunto.

Estima-se que, hoje, mais de um milhão de cristãos expatriados vivem na Arábia Saudita. Teoricamente, eles são autorizados a praticar sua fé particularmente, em ambientes privados, mas o evangelismo é proibido. Não é permitida a execução pública de qualquer religião não islâmica.

Não é fácil lidar com as pressões emocionais e da sociedade e ainda permanecer firme naquilo em que se acredita. No DVD Mulheres de Igreja Perseguida, assista a relatos de irmãs em Cristo que lutam todos os dias contra o medo e a vontade de desistir.
FonteBarnabas Fund
TraduçãoAna Luíza Vastag

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Cristãos e opositores do governo egípcio são crucificados

Desde junho desse ano, o Egito vive uma situação contraditória: após a vitória popular que derrubou o presidente ditador Hosni Mubarak do poder, o representante da Irmandade Muçulmana, Muhammad Morsi, se tornou líder do país. Com um islâmico à frente do governo, as perseguições contra os cristãos intensificaramOs efeitos dos acontecimentos que se seguiram às revoltas populares da Primavera Árabe, quando o ditador Hosni Mubarak foi derrubado do poder do Egito e Muhammad Morsi, representante da Irmandade Muçulmana foi eleito ao cargo de presidente, são sentidos até hoje. Depoimentos de cristãos locais revelam a tensão pela qual passou a Igreja no contexto das revoluções e depois, já que Morsi é o primeiro líder do país declaradamente muçulmano e civil (Saiba mais em Na linha de frente apesar da incerteza). 
Já no início de seu mandato, Muhammad Morsi declarou sua intenção de indicar um cristão para o cargo de vice-presidente, numa clara tentativa de se mostrar aberto e tolerante às escolhas religiosas da população. No último dia 12 de agosto, porém, Mahmud Mekki foi nomeado à posição de segundo líder do Egito. Juiz reformista, Mekki ficou conhecido por ter levado a público a fraude eleitoral que aconteceu durante o governo do ex-presidente Mubarak, que comandou o país por 30 anos.
Foi no mesmo domingo (12), que a Portas Abertas noticiou o crescimento de doutrinas anti-semitistas no Egito, o que tem intensificado a perseguição aos cristãos que vivem na região (Leia em Conflito entre Egito e Israel envolve perseguição a cristãos). Como demonstração desse aumento, desde a última semana, diversos veículos de comunicação do Oriente Médio têm denunciado levantes extremistas contra opositores do governo de Morsi.
Segundo fontes da mídia árabe, traduzidas pelo correspondente Raymond Ibrahim, no The Algemeiner e agências de notícias, como a World Net Daily (WND), por exemplo, membros da Irmandade Muçulmana suspostamente “crucificaram os opositores do presidente Morsi nus, em árvores em frente ao palácio presidencial, enquanto outros foram espancados”. Jornalistas locais também foram atacados.
A maioria dos sites que divulgou as agressões informou que os ataques fazem parte de uma campanha da Irmandade Muçulmana para intimidar e, assim, censurar a mídia secular do Egito quanto às ações do grupo. No país, “a brutalidade é reservada para os cristãos, mas as crucificações são por causa da doutrina islâmica e são ensinadas pelo Alcorão”, conforme relatou Clare Lopez, do Centro para Política de Segurança Americana, para a WND.
De acordo com a especialista, “a crucificação é um hadd [punição], estipulada pela Sura 5:33 do Alcorão e, portanto, uma parte obrigatória da Sharia (lei islâmica). Essa tem sido uma punição tradicional dentro do Islã”, esclarece. Segundo notícia de Raymond Ibrahim, na Sura 5:33 lê-se que “a punição daqueles que fazem a guerra contra Alá (...) é apenas isto: eles devem ser assassinados ou crucificados ou as mãos e os pés devem ser cortados ."
Os cristãos, minoria em território egípcio, correm sérios riscos de vida. Em depoimento à WND, Pamela Geller, analista de Questões do Oriente Médio e Islamismo disse: “Os cristãos estão com sérios problemas, porque o Alcorão, na Sura 9:29, ordena que os muçulmanos façam uma guerra contra eles e os subjuguem”.
A Portas Abertas conta com um grupo de correspondentes em todo o mundo e está, desde então, procurando confirmar os fatos reportados pela imprensa árabe. Detalhes sobre as crucificações não foram divulgados, nem o número total de vítimas, embora estima-se que dezenas de pessoas já morreram. Oremos para que Deus proteja e fortaleça a Igreja Perseguida no Egito. Essa é uma oportunidade para testemunhar do amor de Deus àqueles que, nesse momento, estão tão atemorizados pela violência quanto os cristãos.
Aprenda mais sobre o Egito e abençoe o Discipulado de jovens no mundo muçulmano com sua contribuição, para que o evangelho seja disseminado entre os países do Oriente Médio. 
Redação: Ana Luíza Vastag
FonteWND, The Algemeiner e outras agências