sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Ataque fere oito pessoas em Garissa, capital do Quênia

Nas regiões de maioria muçulmana no Quênia, os cristãos sofrem pressão de todos os lados. Os mais atacados são os ex-muçulmanos e aqueles que pregam o evangelho para muçulmanos
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Na última quarta-feira (22), em torno de 19h30, uma granada foi lançada em um quiosque na área de Bula Punda, no leste do Quênia, ferindo oito pessoas. Quatro vítimas já foram liberadas, mas quatro permanecem no hospital para tratamento de ferimentos causados pelos estilhaços. O governo disse que prendeu um suspeito na cidade de Mwingi no mesmo dia.
Localizada a cerca de 380 km a nordeste de Nairóbi e apenas 80 km da fronteira com a Somália, a cidade é habitada por muçulmanos somalis. Os cristãos locais têm enfrentado vários ataques.
A maioria dos cristãos em Garissa, que se mudou para a região a fim de trabalhar, é de outras partes do Quênia. Eles são considerados como pessoas de fora e uma presença cristã indesejável na área dominada por muçulmanos.
Um pastor local disse à Portas Abertas que acredita que este ataque tinha como alvo o proprietário não somali e os clientes que são “de fora”,  ou seja, cristãos. O pastor, que não pode ser nomeado por motivos de segurança, disse pelo telefone: "Como cristãos temos pedido para que essa violência acabe. Mas, será que algum dia vai acabar?"
Segundo ele, as igrejas sofreram um impacto negativo pela atmosfera contínua de insegurança. Os cristãos temem os ataques e afastam-se dos cultos. "A nossa comunhão cristã e o crescimento espiritual estão sendo afetados. Por favor, ore pela segurança de nossas igrejas, peça para que o Senhor cuide do seu povo”, concluiu o pastor.
Ore também para que o testemunho dos cristãos na região sirva para aproximar muitos muçulmanos do evangelho e da salvação de Jesus.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

A história do único fugitivo da pior prisão norte-coreana

Shin Dong-hyuk, ex-prisioneiro do Campo 14, na Coreia do Norte: hoje ativista, Dong-hyuk é a única pessoa de que o mundo tem notícias que conseguiu escapar desta prisão
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Shin Dong-hyuk nasceu em uma prisão para presos políticos chamada informalmente como “Campo 14” e cuja existência é negada pelo governo da Coreia do Norte. Hoje, com 32 anos de idade, ele é a única pessoa de que se tem notícia que conseguiu escapar deste local. Lá, a maioria dos presos nasce e vive por toda a vida, mas jamais é libertada.
Dong-hyuk virou um ativista de direitos humanos e é fundador da organização não governamental (ONG) Liberty for North Korea. Sua história veio à tona nesta semana, depois da publicação de um vídeo produzido pelo governo norte-coreano e no qual ele é retratado como um criminoso.
O vídeo, que parece ter o objetivo de prejudicar o seu testemunho e descreditar a sua história de vida, também mostra seu pai, que Dong-hyuk pensava estar morto. “Crie juízo e volte para abraçar o partido”, diz o frágil senhor. Para o ativista, ele foi tomado como refém. “Creio que a mensagem é que se eu não me calar, eles irão matá-lo”, disse em entrevista à agência de notícias Reuters.
O ativista é uma testemunha chave da Organização das Nações Unidas (ONU) nas investigações da entidade sobre violações de direitos humanos na Coreia do Norte. Seu relato se tornou ainda um dos fundamentos do processo movido pela entidade no Tribunal Penal Internacional.
Leia a história dele aqui.
Estima-se que, atualmente, cerca de 200 mil pessoas encontram-se presas nos campos de prisioneiros políticos na Coreia do Norte. Desses, a Portas Abertas estima que cerca de 50 a 70 mil sejam cristãos.
Entidades que lutam pela liberdade no país calculam que mais de 300 mil prisioneiros conseguiram fugir do país nos últimos anos. Dong-hyuk é um deles, mas é o único que deixou o Campo 14.
FonteExame.com

Pastor pede oração por sua família e igreja após ataque

Um pastor de Zanzibar e sua família estão se recuperando emocional e fisicamente de um violento confronto com extremistas no final de setembro. Assim que a Portas Abertas soube a respeito de sua situação, entrou em contato para saber como estavam
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O pastor Prince Simon estava em casa com sua esposa Teresia e dois filhos pequenos quando um grupo de seis indivíduos chegou à sua casa por volta das 19h. Disseram que não queriam cristãos em Zanzibar e ordenaram que a família saísse da ilha.

"Respondi a eles que não iríamos sair, porque tínhamos o direito legal de residir em qualquer lugar do país. Eu também disse a eles que tínhamos comprado a propriedade da igreja e não deixaríamos de fazer a obra de Deus ".

A resposta enfureceu o grupo, que começou a bater e chutar Prince. Quando Teresia tentou intervir, também recebeu golpes. Pela graça de Deus, nem o pastor nem sua esposa tiveram ferimentos graves, mas a briga aterrorizou a filha de quatro anos, Asti, e o filho de seis anos, Festus.

Além disso, o dono da casa alugada por Prince pediu à família para desocupar o imóvel após o ataque. No momento, a família acampa no prédio inacabado de sua igreja até que possam encontrar uma acomodação.

A congregação de Prince é proprietária da terra em que estão construindo a igreja, onde eles têm prestado culto há oito anos. Durante esse tempo, sofreram diversas ameaças e exigências verbais para fechar a igreja. Mas nunca haviam sido agredidos fisicamente. "Acreditamos que as pessoas que nos atacaram foram influenciadas por radicais que circulam pela ilha pregando ódio contra os cristãos", disse Prince à Portas Abertas por telefone.

O pastor relatou o incidente à polícia. No entanto, quando Teresia e seu marido se encontraram na delegacia com aqueles que os haviam atacado decidiram retirar todas as acusações. "Achamos que foi a coisa certa a fazer. Dissemos a eles, na presença dos policiais, que não daríamos continuidade ao assunto porque não queríamos criar qualquer nova inimizade na sociedade." Os agressores ficaram surpresos e prometeram deixá-los em paz.

Prince pediu oração por sua congregação que tenta lidar com a crescente hostilidade. "Nossa igreja, situada no meio de uma área dominada por muçulmanos, tem crescido de forma lenta e continua pequena. Acreditamos firmemente que o nosso trabalho aqui não será em vão. Mas alguns membros foram afetados negativamente pelo incidente e pararam de frequentar os cultos. Tenho procurado esses membros, incentivando-os a não desistir e permanecerem fortes, porque Deus é poderoso", conta ele. "Temos de manter o testemunho cristão aqui. Por favor, ore por nós."

Simon e Teresia são gratos pelo apoio que receberam da Portas Abertas e do fórum dos pastores locais que os visitaram logo após o ataque. “Deus os abençoe abundantemente por mostrarem tanto amor! A preocupação a nós mostrada tem nos encorajado grandemente. É maravilhoso saber que as pessoas se importam conosco e não vamos desanimar. Vamos continuar servindo a Cristo aqui", concluiu Prince.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoDaniela Cunha

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Tunísia elege primeiro Parlamento desde a revolução de 2011

Domingo (26), a Tunísia votou na expectativa de consolidar uma democracia que, embora frágil, é exceção nos países que viveram a chamada Primavera Árabe. Cristãos locais não temem as perspectivas do país, no entanto, estão atentos para o que o resultado dessas eleições trará para o futuro da Igreja
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Depois de três semanas de campanha, 5,2 milhões de eleitores foram chamados às urnas para eleger 217 deputados numa votação em que o partido islamita Ennahda, vencedor das primeiras eleições livres, em 2011, partiu como favorito. Apesar disso e, antes mesmo da divulgação de qualquer resultado oficial das eleições legislativas na Tunísia, os islamistas moderados do partido Ennahda admitiram sua derrota.
Quando o novo Parlamento assumir suas funções, o atual governo interino poderá ser substituído por uma liderança política eleita.
O pleito presidencial de novembro concluirá o processo de democratização na Tunísia lançado pela Revolução dos Jasmins. Até fevereiro de 2015, o mais tardar, o novo gabinete, cujo período de legislatura é de cinco anos, deverá estar apto a atuar.
Um colaborador da Portas Abertas no país comenta: "Especialmente no caso do partido islâmico era esperada uma grande quantidade de votos e a ideologia desse partido é o que os cristãos mais temiam. Eles são chamados de um grupo islâmico moderado filiados à Irmandade Muçulmana, mas os cristãos locais receiam que este não seja tanto um partido nacionalista, mas sim um partido cujo objetivo seja levar o islã para a vida pública. Da mesma forma ou até mais forte do que o governo anterior fez".
Nos próximos dias, una-se aos cristão da Tunísia em oração pelo resultado dessas eleições! 
FontePortas Abertas, Agência Brasil e outras agências

Casa de cristãos é invadida pela polícia no Uzbequistão

Ore pelo irmão Aziz*, líder de uma igreja evangélica no Uzbequistão. Na semana passada, quando a família não estava em casa, a polícia invadiu sua residência
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O filho mais novo de Aziz estava na casa dos vizinhos quando viu os policiais entrarem em sua casa. Ele gravou a cena em seu telefone celular. Na mesma noite, ao retornar para casa com sua família, Aziz foi levado à delegacia para ser interrogado.
Peça a Deus que livre Aziz de ser preso e que proteja sua família.
*Nome alterado por motivos de segurança.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

Como três garotas escaparam do Boko Haram na Nigéria

Lami, Maria e Hajara estavam na escola em Chibok quando foram sequestradas em abril. Lami e Maria escaparam ao pular de um caminhão que as transportava após o sequestro. Hajara foi levada para um campo onde seria mantida aprisionada, mas depois fugiu com outra jovem
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O mundo aguarda há seis meses por notícias sobre o paradeiro das mais de 200 garotas sequestradas pelo grupo militante islâmico Boko Haram no nordeste da Nigéria. A Igreja permanece em oração, suplicando a Deus pela vida delas e de seus familiares.
O governo do país diz que negocia um acordo para a libertação das estudantes, raptadas no vilarejo de Chibok. Mas três jovens que escaparam do grupo contaram a história delas para a BBC Hausa, o serviço da BBC para a África Ocidental.
Assista ao vídeo.
 FonteBBC Brasil

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Mais de uma centena de cristãos foram mortos nos últimos 12 meses no Paquistão

Pelo menos 120 cristãos morreram no ano passado em resultado de violência religiosa no Paquistão. Os dados são do mais recente relatório da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional
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Nesse relatório verifica-se que a violência contra as comunidades cristãs aumentou significativamente nos últimos meses. Sete cristãos foram mortos em ataques entre junho de 2012 e junho de 2013, enquanto nos últimos 12 meses foram já 128.
Este aumento exponencial deve-se, sobretudo, ao ataque à Igreja em Peshawar, em setembro do ano passado, em que pelo menos 119 pessoas morreram quando dois homens-bombas realizaram um ataque enquanto decorria um culto na igreja.
O grupo extremista islâmico TTP Jundullah, que tem ligações com os talibãs afegãos, reivindicou a responsabilidade pela explosão, que foi o mais mortífero ataque contra os cristãos na história do país.
No relatório da comissão norte-americana, refere-se que  os atentados contra “grupos religiosos” permanecem  a um nível “alarmante” no Paquistão, “com pouca ou nenhuma resposta eficaz por parte do governo a nível federal, estadual ou local”.
Na opinião dos relatores, “enquanto o governo não tomar medidas contra os autores da violência religiosa, protegendo os mais vulneráveis, a situação continuará a deteriorar-se”.
O Paquistão é considerado como um dos dez países no mundo onde a comunidade cristã é mais violentamente perseguida por causa da sua fé, registrando-se um elevado grau de impunidade para com os autores dessa violência, salientando-se os casos das conversões forçadas e da lei da blasfêmia, ambas responsáveis pelo aumento das tensões religiosas.
O caso mundialmente conhecido é o da cristã Asia Bibi, primeira mulher a ser condenada à morte sob as leis de blasfêmia do Paquistão. Leia mais aqui
FonteFundação AIS

Trinta pessoas são mortas e duas igrejas queimadas em Camarões

Militantes do grupo radical islâmico Boko Haram mataram mais de 30 civis e queimaram duas igrejas em dois ataques contra as cidades fronteiriças de Amchide e Limani, em Camarões, no dias 15 e 16 de outubro
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O ministro da Defesa de Camarões, Edgar Alain Mebe Ngo'o, disse que membros do Boko Haram fortemente armados cruzaram a fronteira da Nigéria em veículos blindados e invadiram as aldeias. Segundo ele, os militares reagiram matando 107 combatentes no processo, enquanto oito soldados camaroneses morreram.
Um residente de Amchide disse à Portas Abertas que os mortos eram em sua maioria nigerianos. Camarões compartilha uma fronteira de 1.240 milhas com a Nigéria, aonde o Boko Haram vem travando uma insurgência sangrenta nos últimos cinco anos.
O ataque recente aconteceu logo após a ação de 11 de outubro, quando cerca de 27 reféns sequestrados pelo Boko Haram em maio e julho foram libertados.

Além disso, na última sexta (24), o Boko Haram assassinou dezenas de pessoas em várias aldeias no estado nigeriano de Adamawa. Os ataques aconteceram pouco depois de o governo nigeriano afirmar ter chegado a um acordo de cessar-fogo com o Boko Haram e a libertação das mais de 200 alunas sequestradas em Chibok seis meses atrás. Ainda não há relatos esta semana de comprovação dessa afirmação.

FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

Saiba como o cristianismo chegou ao Bahrein

Na 41ª posição da Classificação da Perseguição Religiosa, no Bahrein os cristãos sofrem muito preconceito. Os cultos são permitidos, mas não é possível evangelizar muçulmanos
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No quarto e quinto século, muitas pessoas no Bahrein se converteram ao cristianismo. Há ainda algumas ilhas cujos nomes referem-se à herança cristã na região, como Al Dair, que significa igreja ou mosteiro. Naquela época, a região histórica do Bahrein era muito maior do que a nação atual.
De acordo com os registros da Igreja, no início do quinto século, a região tornou-se um importante centro do cristianismo. Os cristãos foram severamente perseguidos como hereges no Império Bizantino, mas estavam seguros no Bahrein. Isso mudou gradualmente após a chegada do islã em 629.
Bahrein esteve em mãos estrangeiras do século 16 ao 20. Quando era protetorado pelo governo britânico, missionários americanos abriram uma livraria bíblica, uma escola, um hospital missionário o primeiro na região do Golfo Pérsico, e uma igreja, no início do século 20. A Igreja passou a receber o afluxo de expatriados nos anos 1950, 60 e 70. Durante os anos 1980 e 90, a Igreja cresceu fortemente em número.
Os cerca de 65 mil cristãos no Bahrein, hoje, são compostos por dois grupos: os cristãos expatriados e os que possuem a cidadania do Bahrein. A maioria dos cristãos é exilada do sul e leste da Ásia.
Quase metade de todas as igrejas domésticas e grupos menores são do sul da Índia. Há cerca de 80 locais de culto que adoram em vários idiomas, incluindo o árabe.
Bahrein é um dos poucos países do Golfo, em conjunto com o Kuwait, que tem uma população cristã nativa. Este pequeno grupo de cristãos naturalizados são descendentes de tribos provenientes do "Levante", uma área de Israel, os territórios palestinos, Jordânia, Líbano e Síria. Há também várias famílias cristãs que emigraram do Iraque, Irã e Índia no início do século 20 e obtiveram a cidadania quando Bahrein ganhou a independência da Grã-Bretanha em 1971.
A Constituição afirma que o islã é a religião oficial e que a lei islâmica é a principal fonte de legislação. É prevista a liberdade de religião e outras leis e políticas contribuíram para a prática livre da religião em geral, no entanto, o governo colocou algumas limitações ao exercício desses direitos. Ore pelos cristãos nesse país! 
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

terça-feira, 28 de outubro de 2014

As dificuldades do cristianismo na Indonésia

A Indonésia é o maior país islâmico do mundo e contém cerca de treze por cento do total de muçulmanos espalhados pelas nações. Esse número está crescendo, assim como a intolerância aos não muçulmanos. A comunidade cristã, em particular, é alvo de forte perseguição
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Cristãos na Indonésia estão enfrentando crescente perseguição à medida que radicais islâmicos ganham mais influência no governo, que cedeu autoridade religiosa e permitiu aos muçulmanos ‘linha-dura’, que representam um bloco chave de eleitores dessa nação, o controle da lei.
Essas leis tornam quase impossível para os cristãos construírem novas igrejas. Entre as exigências, uma igreja deve obter 60 assinaturas e ter a aprovação de um líder local antes que a construção possa começar. Estas 60 assinaturas devem vir de muçulmanos.
Igrejas que já existem foram obrigadas a atuar na clandestinidade uma vez que muçulmanos radicais ameaçam, perseguem e vandalizam os templos. Muitas congregações foram reduzidas a igrejas improvisadas em lojas alugadas, ou a reuniões em casas particulares.
Desde 2007, as autoridades indonésias têm documentado a destruição de 200 igrejas, muitas delas incendiadas por radicais islâmicos. Reconstruir as igrejas também é praticamente impossível, porque os líderes locais impedem esse processo legalmente.
Mesmo diante dessa situação, existem cristãos fiéis e corajosos. Eles têm abençoado o país pregando o Evangelho aos povos não alcançados. Ore pela Indonésia. 
FonteICC
TraduçãoAna Luíza Vastag

Esposa de pastor é presa em Cuba

Yoaxis Marcheco Suarez, esposa do pastor batista e ativista cubano pela liberdade religiosa, Mario Felix Lleonart Barroso, foi presa na cidade de Remédios, na província de Villa Clara, em 16 de outubro
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Durante sua prisão, Yoaxis foi pressionada a assinar uma advertência oficial ou "ata de advertência", um documento que pode ser usado como justificativa para as prisões e futuras acusações criminais, mas ela não o fez. Também disseram a ela para que parasse de ter contato com elementos "contrarrevolucionários".
Outro pastor, Yordanis Santi Perez, foi preso e interrogado, ao mesmo tempo.
No dia 8 de outubro, assim como sua esposa, o pastor Barroso resistiu à pressão para assinar uma ata de advertência em um interrogatório com os serviços de segurança.
No ano passado, líderes da Igreja cubana publicaram uma declaração conjunta sobre liberdade religiosa em Cuba. O pastor Mario Felix Lleonart Barroso, a missionária Yoaxis Marcheco Suarez e o apóstolo Omar Gude Perez são responsáveis pela elaboração do documento, que visa demonstrar que a liberdade de religião e crença não é respeitada pelo governo de Cuba.
Há alguns meses, a organização Christian Solidarity Worldwide (CSW) também lançou um relatório que revela um aumento preocupante nas violações à liberdade religiosa no país. Leia mais aqui
FonteCSW
TraduçãoAna Luíza Vastag

Portas Abertas promove seminário para colaboradores na Síria

Doze homens e mulheres deram uma pequena pausa em seu trabalho de assistência diária aos cristãos afetados pela guerra na Síria para participar de um seminário de treinamento de três dias, conduzido por um especialista da Portas Abertas
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O especialista em trauma e alívio, da Portas Abertas, facilitou o evento em um local seguro no Líbano. A agenda incluiu gerenciamento de projetos e deu-lhes ferramentas para identificar, planejar, implementar e relatar seu trabalho de socorro de uma maneira mais eficaz.
Alguns participantes são líderes em suas igrejas, enquanto outros estão envolvidos em atividades de socorro dentro dessas congregações. "O treinamento encorajou-os a pensar de forma diferente sobre como as pessoas podem ser assistidas na Síria, demonstrando um sistema de gerenciamento de projetos que podem usar no trabalho", diz o treinador da Portas Abertas.
A Portas Abertas trabalha em parceria com muitas igrejas sírias, ajudando-lhes com o recurso necessário para apoiar mais de nove mil famílias ao longo dos meses por toda a Síria. A Portas Abertas também ofereceu treinamento de conscientização de trauma e de liderança a vários grupos de cristãos sírios em 2014.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

Portas Abertas e você: unidos para a glória de Deus

Unidos para Tua Glória é um projeto da Portas Abertas que nasce com a finalidade de despertar em cada cristão brasileiro, por meio da música, a empatia pelos cristãos perseguidos de forma a se colocar no lugar deles, face a face com a realidade que eles vivem e agir
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Para dar voz ao projeto Unidos para Tua Glória, foi composta uma canção por Mauricio Monteiro, com o objetivo de reunir o máximo possível de cristãos, motivando-os a se unir em socorro à Igreja Perseguida, glorificando a Deus por meio do seu serviço aos cristãos perseguidos.
Luz na Escuridão foi o nome escolhido para a música, pois socorrer e apoiar os cristãos perseguidos é fazer a luz (amor) de Jesus brilhar na escuridão (perseguição).  A canção tem o propósito de divulgar a causa dos cristãos perseguidos e tocar o coração das pessoas motivando-as a ajudá-los de alguma forma. Seja em oração, enviando apoio financeiro ou mesmo dando suporte local. Ouça abaixo!

Quem já participa do projetoOs cantores Nívea Soares e Chris Duran foram os primeiros apoiadores voluntários do projeto. Chris é francês e mora no Rio de Janeiro. Nívea é brasileira e reside em Minas Gerais. Pessoas diferentes, de lugares diferentes, unidas com o mesmo propósito: adorar a Deus e expressar o amor a Jesus e ao cristão perseguido.
Atualmente, e de maneira voluntária, outros cantores, pastores e líderes também abraçaram a causa. Pr. Adhemar de Campos, Asaph Borba, Paulo César Baruk, Pr.Gerson Borges, Pr. Gerson Ortega, Banda Resgate entre outros.
Você também pode participar!
Todo cristão tem a oportunidade de abençoar e ser abençoado pela Igreja Perseguida. Para participar, acesse o site e una-se a nós, servindo cristãos perseguidos, para a glória de Deus! 
FontePortas Abertas Brasil

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Novas traduções da Bíblia impactam 15 milhões de pessoas

Estimativa integra o Relatório Mundial de Tradução de Escrituras, a partir de 18 novas traduções apresentadas em 2013. Ao todo, 2.551 línguas já contam com ao menos um trecho da Bíblia traduzido
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Os esforços empreendidos pelas Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) de tornar a Bíblia acessível a um número cada vez maior de pessoas podem ser medidos pelos resultados do Relatório Mundial de Tradução de Escrituras de 2013, que acaba de ser concluído.
A entidade, em parceria com outras organizações, contribuiu para a finalização da tradução do texto bíblico em 18 línguas, com potencial para impactar mais de 15 milhões de pessoas. Para dez línguas, foi a primeira tradução: sete passaram a contar com a Bíblia completa, outra com um Novo Testamento e as demais com partes do texto bíblico. As outras oito línguas receberam novas traduções ou revisões para ajudar a comunicar a Palavra de Deus de um modo que seja mais facilmente compreendida.
Esses dados, que confirmam as Escrituras Sagradas como o livro mais lido, traduzido e distribuído de todos os tempos, também justificam as celebrações que acontecerão no segundo domingo de dezembro – que este ano será no dia 14 –, quando se comemora o Dia da Bíblia.
O Relatório Mundial de Tradução de Escrituras, publicado pelas SBU, contempla o trabalho realizado pelas Sociedades Bíblicas de todos os países, bem como outras organizações dedicadas à tradução bíblica, em parceria com instituições missionárias e tradutores para produzir, a cada ano, Escrituras em idiomas de todos os continentes. Dessa forma, cumprem a missão de ampliar cada vez mais o acesso ao texto bíblico.
Entre as 18 línguas contempladas com novas traduções em 2013, estão a Toba, falada na Argentina por 25.000 pessoas, a Krio, com aproximadamente 495.000 falantes, em Serra Leoa, e a Mandinga, com 1.346.000, na Gâmbia. Todas elas receberam a Bíblia completa. Outros destaques ficam por conta da língua Mongol, falada por 6.500.000 chineses, que recebeu um Novo Testamento, e a Altai, falada na Rússia, por 75.000 pessoas, com o livro de Gênesis.
O relatório é feito a partir de informações coletadas pelo Museu da Bíblia da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Até 31 de dezembro de 2013, foram registradas publicações do texto bíblico em 2.551 línguas diferentes: 1.257 Novos Testamentos, 803 contendo partes da Bíblia e 491 Bíblias completas.
De acordo com o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB e responsável pela elaboração do documento, Erní Seibert, o número de Bíblias completas está crescendo e a tecnologia digital está ajudando a acelerar tanto a velocidade da tradução como o acesso às Escrituras. “Há, agora, mais de 500 línguas com a Bíblia completa e perto de 1.300 com o Novo Testamento. Mas as Escrituras ainda não estão traduzidas para mais de 4 mil línguas, o que significa que há muito trabalho a ser feito”, ele destaca.
O Relatório de Traduções de Escrituras detalha o acervo da Biblioteca da Bíblia, mantida em São Paulo pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Traduções que foram completadas, mas não enviadas para a biblioteca não aparecem nas informações do documento. A biblioteca contém traduções enviadas por Sociedades Bíblicas e outras agências bíblicas.
“Estamos felizes que a Biblioteca da Bíblia tenha recebido em 2013 novas traduções das Escrituras para dez línguas. Oramos para que estas publicações da Palavra de Deus tenham um impacto duradouro na vida das pessoas. Nossa missão é preservar um acervo o mais completo possível deste livro de grande importância para a humanidade porque ele tem o poder de transformar a vida das pessoas que com ele tomam contato”, afirma Seibert.
FonteGospel Prime