sábado, 31 de maio de 2014

A beleza no sofrimento

Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se vocês mesmos estivessem sendo maltratados. Hebreus 13.3
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Hoje, a Portas Abertas atua em 27 nações africanas. Em cada um desses países, nosso desejo é um só: fortalecer os cristãos em sua fé para que superem as adversidades que encontram no ambiente hostil em que vivem.

As culturas são as mais variadas. Nessa região tão diversa, a perseguição também não é a mesma. Em alguns lugares, não há restrição ao evangelho, mas existe uma opressão. Por isso, agimos a fim de preparar a Igreja para quando a perseguição chegar.

Em outros países, a Igreja tem dificuldades em assimilar os preceitos cristãos para a vida em família e comunidade, por causa do peso do islamismo em sua cultura. Para eles, a Portas Abertas oferece cursos que explicam a diferença entre essas religiões.

Já em algumas nações, ser cristão é garantia de ostracismo social, perseguição feroz e, às vezes, morte, como você pôde ler nos testemunhos relatados.

O que a Igreja africana nos mostra em qualquer situação é sua ousadia em seguir a Cristo e testemunhar dele mesmo em meio à oposição. Com suas roupas coloridas, personalidade cativante, ritmos marcantes e sorriso, os cristãos africanos nos revelam a beleza de seguir fielmente a Jesus no sofrimento.

Pedidos de oração
• Ore para que a graça de Deus alcance todos os familiares de Yosief nesse momento de dor.
• Interceda para que a graça e a misericórdia de Deus sejam com cristãos que estão presos por causa de sua fé. Interceda para que Deus continue sendo glorificado através dos testemunhos de sua Igreja na Eritreia.
FontePortas Abertas Brasil

Família iraniana vem ao Brasil pela primeira vez

Takoosh e André Hosevpian carregam um sobrenome forte: Haik Hovsepian tornou-se mártir em 1984 por pregar o evangelho de Cristo no Irã. Hoje, quem dá continuidade ao ministério são mãe e filho. Quer conhecê-los? Nas próximas semanas, eles passarão por algumas cidades do Brasil
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O coração de uma criança que aprendeu a confiar em Deus pode produzir desejos sinceros e duradouros de entrega e dedicação ao Senhor. Foi assim com a iraniana Takoosh Hovsepian. Desde pequena, ela decidiu que investiria a sua vida no serviço a Deus.

Quando ainda era adolescente, orou pedindo que um dia se casasse com um pastor. Sua oração foi atendida quando ela se casou com o reverendo Haik Hovsepian, superintendente nacional das Assembleias de Deus e presidente da Aliança Evangélica de Igrejas do Irã.

Mas, ela não esperava enfrentar tantos obstáculos nessa jornada que testaria sua fé. Seu marido tinha 49 anos quando, em uma manhã, deixou sua casa e nunca mais voltou. Doze dias após seu desaparecimento, tornou-se evidente que ele tinha sido morto por ordem do governo iraniano. Seu corpo foi encontrado e, em consequência de sua morte, a família teve que fugir para os EUA.

Takoosh lutou contra tudo o que isso gerou em seu coração. Aprendeu o verdadeiro significado do perdão e superou as dores. Hoje, ela passa seus dias incentivando famílias de cristãos perseguidos, principalmente as viúvas, além de compartilhar o seu testemunho em igrejas no Ocidente para gerar conscientização e mobilizar apoio em oração para a Igreja Perseguida.

Depois do martírio de Haik, Takoosh se tornou luz para milhões de cristãos e não cristãos iranianos, que ouviram falar sobre a morte brutal de seu esposo e viram seu exemplo.

Nas próximas semanas, você tem a oportunidade de ouvir o testemunho de Takoosh contado por ela mesma, que chegou ontem ao Brasil! Confira a agenda de visitas e programe-se.
FontePortas Abertas Brasil

sexta-feira, 30 de maio de 2014

O amor de Cristo sobe montanhas

Meus amados irmãos [...]. Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil. 1Coríntios 15.58
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“Fiz uma viagem emocionante para os Montes Nuba, a fim de coordenar a ajuda humanitária a famílias carentes nessa região. A ajuda incluía comida, mosquiteiros e remédios”, conta um colaborador da Portas Abertas.

O grupo participou do carregamento dos produtos e também acompanhou o processo de distribuição. Um total de 19 kits médicos, dois mil mosquiteiros e 10 toneladas de alimentos foi entregue e distribuído para clínicas e famílias necessitadas.

“Louvo ao Senhor pela dedicação de irmãos que tornaram possível essa distribuição”, conta o colaborador. Famílias de diferentes denominações receberam assistência em seis diferentes áreas.

Os líderes da Igreja ficaram muito agradecidos e aliviados com a ajuda, e disseram: “Estamos realmente muito agradecidos por nos trazerem este maravilhoso presente. Todas as igrejas ficaram muito felizes e apreciaram o que vocês fizeram e estão fazendo por elas. Obrigado mais uma vez a vocês por nos apoiar e por todas as doações”.

Pedidos de oração• Louve a Deus por essa ação de ajuda humanitária coordenada pela Portas Abertas que ajudou muitas famílias carentes em Nuba.
• Ore pela vida dos cristãos, que são alvo constante de ataques.
• Interceda para que os projetos da Portas Abertas na região sejam bem-sucedidos.

Participe dos 31 dias de oração pela Igreja africana!
FontePortas Abertas Brasil

Quatro crianças sequestradas pelo Boko Haram são libertadas

O grupo radical islâmico Boko Haram libertou quatro das mais de 200 crianças sequestradas na Nigéria, informaram hoje (29) jornais locais, citando fontes do governo de Chibok, no Oeste do país. Estimativas apontam para o fato de que pelo menos 165 das vítimas são cristãs
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Outros veículos de comunicação, que citam fontes da mesma origem, contradizem essa versão, indicando que foram as meninas que conseguiram escapar dos raptores do Boko Haram.

Com essas quatro, em liberdade desde ontem (28), são 57 as meninas que saíram do cativeiro, apesar de as autoridades nigerianas estimarem que se encontram detidas mais 219 crianças.

O Exército da Nigéria garantiu, segunda-feira (26), ter localizado as menores, mas descartou a possibilidade de recorrer ao uso da força para as libertar.

As mais de 200 meninas, que foram sequestradas em 14 de abril em uma escola de Chibok, continuam retidas pelo grupo armado. O Boko Haram ameaçou vendê-las se as autoridades não libertarem membros do grupo.

A possibilidade de uma troca de prisioneiros - as meninas raptadas por rebeldes detidos nas prisões do Estado - exigida pelo chefe do grupo terrorista, Abubakar Shekau, foi recentemente descartada pelo presidente nigeriano, Goodluck Jonathan.
FonteAgência Brasil

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Devotos a Deus e à Palavra

Todos odiarão vocês por minha causa, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. Mateus 10.22
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Recentemente, a Portas Abertas tomou conhecimento sobre Yosief Kebedom Gelai, um recém-convertido de 41 anos de idade que morreu em uma prisão eritreia.

Yosief foi a 24ª vítima de punição por praticar atividades religiosas fora dos grupos religiosos autorizados pelo governo. Em uma breve visita ao país, testemunhas compartilharam conosco o que sabiam sobre Yosief e outros casos semelhantes.

"Yosief era originário de Asmara. Ele foi para Mendefera para lecionar no ensino fundamental por algum tempo. Seis meses após sua chegada, Yosief se converteu a Cristo. Sua devoção à Bíblia e à oração despertou a atenção dos representantes do governo da Eritreia que trabalhavam no colégio. As autoridades o levaram detido para uma prisão no centro de Mendefera onde o mantiveram incomunicável. Como ele, há muitos outros prisioneiros cujo paradeiro é desconhecido".

"Os cristãos são imensamente encorajados ao ver como Deus, através do seu Santo Espírito, capacita seus filhos – mesmo aqueles que estão presos e isolados como Yosief – a permanecerem firmes em sua devoção a Cristo, não importando as circunstâncias", disse o líder de uma igreja.

Pedidos de oração

  • Ore para que a graça de Deus alcance todos os familiares de Yosief nesse momento de dor.
  • Interceda para que a graça e a misericórdia de Deus sejam com cristãos que estão presos por causa de sua fé.
  • Interceda para que Deus continue sendo glorificado através dos testemunhos de sua Igreja na Eritreia.
FontePortas Abertas Brasil

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Sudanesa condenada à morte por apostasia dá à luz na prisão

A jovem cristã Meriam Yahia Ibrahim Ishag, condenada à forca no Sudão por se converter ao cristianismo, deu à luz na prisão nesta terça-feira (27)
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"Deu à luz uma menina hoje", declarou o diplomata referindo-se a Meriam Yahia Ibrahim Ishag, de 27 anos, filha de um muçulmano e condenada em meados de maio em virtude da lei islâmica vigente no Sudão desde 1983 e que proíbe as conversões, sob pena de morte.
"Parece que a mãe e a filha estão bem", declarou o diplomata, que pediu o anonimato. "É cruel se encontrar nesta situação", acrescentou.
A condenação à morte da jovem por um tribunal de Cartum no dia 15 de maio provocou uma onda de indignação. Segundo os militantes de direitos humanos, a jovem permanece detida na prisão para mulheres de Ondurman com seu primeiro filho de 20 meses.
"Demos três dias para renunciar a sua fé, mas você insistiu em não voltar ao islã. Condeno-a à pena de morte na forca", declarou o juiz Abbas Mohamed al-Khalifa, dirigindo-se à mulher pelo sobrenome de seu pai, de confissão muçulmana.
Antes do veredito, um chefe religioso muçulmano tentou convencê-la a voltar ao islã, mas a mulher disse ao juiz: "Sou cristã e nunca cometi apostasia".
Meriam Yahia Ibrahim Ishag (seu nome cristão) também foi condenada a cem chibatadas por adultério.
De acordo com a Anistia Internacional, Ishag foi criada no cristianismo ortodoxo, a religião de sua mãe, já que seu pai, muçulmano, esteve ausente durante sua infância. Posteriormente, a jovem se casou com um cristão do Sudão do Sul.
Segundo a interpretação sudanesa da sharia (lei islâmica), uma muçulmana não pode se casar com um não muçulmano.
Se a pena for aplicada, ela será a primeira pessoa punida por apostasia em virtude do código penal de 1991, segundo o grupo de defesa da liberdade religiosaChristian Solidarity Worldwide.
FonteAFP e R7

Quando ser amada torna-se possível

Sejam sábios no convívio com suas mulheres e tratem-nas com honra, como parte mais frágil. 1Pedro 3.7
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Recentemente, colaboradores da Portas Abertas tiveram uma reunião calorosa com Djamila*, responsável pelo trabalho de fortalecimento e encorajamento de ex-muçulmanas na Argélia. Ela contou um pouco de sua experiência ministerial.

"É natural que as mulheres encontrem problemas quando se tornam cristãs, já que não vivem em um país cristão, mas muçulmano. Uma mulher tem de seguir uma série de regras: ela não pode sair sozinha, não é livre para fazer o que quer.

A qualquer momento, ela pode ser ameaçada, criticada ou insultada se for vista indo à igreja. Eu conheço muitas que escondem sua fé de suas famílias e amigos. A família não pode descobrir que elas vêm à igreja. Essas mulheres não podem em hipótese alguma serem vistas ou fotografadas em frente a uma igreja.

Elas precisam de encorajamento porque podem facilmente abandonar a fé, especialmente as novas convertidas. Nessas horas elas precisam ter apoio de outros cristãos. Precisam se sentir encorajadas através de telefonemas e visitas. Elas precisam saber o que o Senhor pensa sobre elas, já que numa sociedade islâmica, geralmente a mulher é desprezada e não tem valor. Fazê-las entender que são amadas, que alguém morreu por elas e se importa com elas, é trabalhoso e leva tempo".

Pedidos de oração
  • Agradeça a Deus pela vida e pelo ministério de Djamila. Ore para que o Senhor lhe dê força e sabedoria para cuidar dessas ex-muçulmanas.
  • Peça a Deus que proteja a vida de Djamila e de todas as mulheres que ela tem discipulado e encorajado.
  • Ore para que essas novas convertidas a Cristo não cedam à pressão da família e da sociedade para voltar ao islamismo.
*O nome verdadeiro foi alterado por motivo de segurança
FontePortas Abertas Brasil

terça-feira, 27 de maio de 2014

“Jesus me deu vida”

Cristãos perseguidos têm muito a aprender com os cristãos brasileiros, assim como nós temos muito a aprender com eles. A fé e a perseverança da Igreja Perseguida fortalecem a nossa fé e nos dão coragem para permanecer firme. Assim como nos ensina que podemos abençoá-los também, através da oração e amor como membros da mesma família em Cristo
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"Uma cristã alemã compartilhou de Jesus Cristo comigo, mais eu não acreditei", conta Houng*.
"Naquele tempo, eu já estava doente, no terceiro estágio de um câncer de mama. Quanto mais o tempo passava, mais desesperada eu ficava, porque todas as tentativas de cura falhavam. Eu fui a um templo budista oferecer orações e sacrifícios. Fui ao médico e peguei todos os medicamentos prescritos. Fui a um curandeiro de uma aldeia e bebi poções, mas nenhuma funcionou.
Então, eu ouvi que havia uma igreja em uma vila próxima e me lembrei daquela senhora alemã e das coisas que ela me contou. Desesperada, eu peguei minha bicicleta e pedalei até lá. Eu ouvi o sermão do pastor e me juntei aos cristãos em suas orações. Então, lágrimas começaram a cair e eu não conseguia mais me conter. Eu chorei até minhas roupas ficarem encharcadas.
Alguém na igreja notou o mesmo estado. Após as orações, uma mulher veio até mim e me perguntou o que ela poderia fazer em meu favor. Eu compartilhei com ela minha situação, minha doença, meu desespero. Eles oraram por mim e, durante a oração, eu senti um calor em minha cabeça, que começou a envolver todo o meu corpo. Uma onda de paz inundou todo o meu coração e pude sentir uma alegria como não sentia há muitos anos.
Após o meu batismo, eu entrei em todas as atividades da igreja. Não poupei nenhuma. Eu não me importava mais com a minha doença. Eu entrei para a classe de discipulado, todos os domingos, e ajudei a igreja de todas as formas que eu podia. Não me importava se Jesus me curaria ou não. No entanto, Ele fez! Estou viva até hoje.
Eu também não conseguia parar de contar aos outros sobre Jesus Cristo. Assim, meus parentes que são budistas e comunistas comprometidos, descobriram minha conversão e o que eu estava fazendo pela igreja. Eles me confrontaram uma vez, quando fui visitar minha mãe. Eles vieram com um grande grupo, me cercaram, e me bateram. Eles disseram que eu era uma vergonha para a família.
Eu fiquei ferida tanto por dentro quanto por fora, mas eu não posso deixar a Jesus, que deu a sua vida por mim."
*Nome alterado por motivo de segurança
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoHenrique Rezende

Muito mais do que milhões de dólares

Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram. Romanos 12.15
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"Ficamos sentados, em silêncio, na sala de estar mobiliada. As palavras pareciam insuficientes se levássemos em consideração a agonia evidente no rosto do nosso irmão e em sua voz. Nossos corações doíam enquanto ouvíamos nosso novo amigo e irmão falar da dor de perder sua filha caçula", relata um dos colaboradores da Portas Abertas que visitava a família Mutinda a fim de levar consolo. Mwende Winnie, então com 9 anos de idade, era o orgulho de seu pai, Patrick Mutinda, e a filha que ele mais amava.

Patrick contou, entre lágrimas, que Winnie foi morta depois que radicais atiraram duas granadas em sua casa. No momento do atentado, Winnie estava sozinha em casa. "Um membro da equipe colocou as mãos em volta de seu ombro, e chorava com ele enquanto abria a Bíblia. O restante de nós orava em silêncio, sentindo que ele precisava ouvir a voz de Deus e não dos homens, naquele momento".

A visita continuou com palavras de encorajamento dos membros da equipe e, ao final, todos foram profundamente abençoados por ver o sorriso radiante que iluminava o rosto de Patrick.

"Vocês virem até aqui significou para nós mais que milhões de dólares. Sua presença nos confortou e foi mais eficiente do que qualquer dinheiro, cartões ou telefonemas. Nós realmente agradecemos muito a todos vocês!", disse Patrick.

Pedidos de oração
  • Louve a Deus pela visita reconfortante desses irmãos à casa de Patrick.
  • Ore para que a alegria do Senhor preencha o coração de Patrick nesse momento de dor.
  • Interceda pela vida dos radicais islâmicos, para que conheçam o amor e perdão de Deus.
FontePortas Abertas Brasil

Pr. Saeed Abedini retorna à prisão

Depois de passar dois meses em um hospital iraniano, o Pr. Saeed Abedini foi removido e levado de volta à prisão Rajaj Shahr. A transferência aconteceu sem qualquer aviso prévio e membros da família confirmaram que ele foi duramente espancado durante sua estadia no hospital
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As expectativas eram que tão logo o representante da União Europeia deixasse o Irã, o pastor seria transferido de volta para a prisão. Porém, Abedini permaneceu no hospital pelos últimos dois meses até que finalmente foi obrigado a retornar à sua cela. A razão para a transferência não está clara e, de acordo com os membros da família, um dos guardas que se envolveu na transferência mencionou as questões nucleares iranianas como um possível motivo.
"Isto é extremamente desapontador e parte meu coração", disse Nagmeh Abedini, esposa do Pr. Abedini. "Nossa família está profundamente entristecida e continua a orar por Saeed – por sua segurança e libertação. Nós somos gratos às muitas pessoas que continuam a orar por Saeed ao redor do mundo".
Quando o Pr. Saeed foi transferido para o hospital em março desse ano, ele foi inicialmente algemado por guardas que o atacaram violentamente. Também foi negado a ele o tratamento médico e a visita dos familiares. Desde então e nas semanas que se seguiram, a sua situação no hospital melhorou. Membros da família tiveram permissão para vê-lo e ele teve acesso a refeições nutritivas.
O Pr. Saeed, que é cidadão americano, completou 34 anos em 7 de maio e seu retorno à prisão ocorre enquanto esforços em todo o mundo continuam clamando por sua liberdade. Aproximadamente 260 mil pessoas de várias partes do mundo assinaram a petição por sua libertação promovida pelo Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ, sigla em inglês).
FonteACLJ
TraduçãoJorge Alberto – ANAJURE

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A Líbia precisa de nossas orações

Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver. Salmos 23.6
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"Os líderes das igrejas de estrangeiros permanecem na Líbia". Essa é a impressão de um colaborador da Portas Abertas que visitou o país recentemente. "Os líderes dessas igrejas na Líbia me disseram que querem ficar no país. Eles veem este lugar como ‘onde Deus quer que eles estejam’. A liderança permaneceu, mas perdeu muitos dos membros de suas igrejas. Até onde se sabe, cerca de 75% dos cristãos estrangeiros deixaram o país por causa d a violência e da perseguição".
Mesmo após a guerra civil na Líbia está difícil manter contato com os cristãos locais. "Os cristãos locais são cristãos secretos. Na Líbia, igrejas para líbios são proibidas, não há igrejas para cristãos locais. As igrejas que existem são apenas para cristãos estrangeiros que moram no país e os cristãos líbios não têm permissão para frequentá-las. Há policiais nas portas dessas igrejas para evitar que isso aconteça".

Segundo o colaborador, sua preocupação é sobre o que acontecerá com a Igreja no país. "Sua situação melhorará ou se deteriorará?".

Pedidos de oração
  • Louve ao Senhor, pois, há cristãos na Líbia que, mesmo não podendo cultuá-lo em liberdade, continuam firmes na fé.
  • Ore pela segurança de cristãos que arriscam sua vida para assistir a cultos nas igrejas de estrangeiros ou para participar de reuniões secretas.
  • Interceda para que haja liberdade religiosa na Líbia a ponto de cristãos locais poderem ter suas próprias congregações.
FontePortas Abertas Brasil

domingo, 25 de maio de 2014

Deus se importa comigo

Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem. Mateus 5.44
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Em viagem à Tanzânia, colaboradores da Portas Abertas entrevistaram Ana*, uma bela e serena moça de 23 anos de idade, que morou com seus pais na ilha de Zanzibar. Ela compartilhou conosco as dificuldades de ser cristã em uma sociedade majoritariamente islâmica.

"Ao olhar para trás, me lembro de como a população cristã desfalecia diante da severa perseguição que enfrentava. Não podíamos cultuar a Deus em paz. Os muçulmanos jogavam pedras no telhado da igreja durante os cultos. Muitas igrejas foram queimadas e destruídas. Minha irmã e eu não tínhamos amigos, já que nossos vizinhos muçulmanos proibiam seus filhos de brincar conosco.

Algo crucial que eu tive de aprender foi perdoar. Eu aprendi a apreciar o valor do perdão vivendo em um contexto hostil, sofrendo rejeição, isolamento e insultos. Eu pedi a Deus que me ajudasse, e ele me atendeu".

A equipe da Portas Abertas passou um tempo precioso de comunhão e oração com Ana. Ela recebeu o encorajamento com muita gratidão e respondeu muito emocionada: "Eu estava sobrecarregada... Sou muito grata por me encontrar com todos vocês e por passarem tempo ouvindo minha história. A disposição de vocês em me ouvir me fez lembrar de que Deus se importa comigo. Seu interesse em nós tem me fortalecido. Obrigada".

Pedidos de oração
  • Ore por Ana, peça a Deus que fortaleça cada vez mais sua fé. Que o Senhor a use para abençoar cristãos que experimentam circunstâncias similares às dela.
  • Ore por todos os cristãos de Zanzibar, para que tenham força e coragem.
  • Ore pelo trabalho que a Portas Abertas desenvolve em parceria com a Igreja no Zanzibar.
*O nome foi alterado por motivo de segurança
Participe dos 31 dias de oração pela Igreja africana!
FontePortas Abertas Brasil

sábado, 24 de maio de 2014

Testemunhas vivas da fidelidade de Deus

Na minha angústia clamei ao Senhor; e o Senhor me respondeu, dando-me ampla liberdade. Salmos 118.5
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"O primeiro gostinho de perigo que tivemos na Somália foi ver seis caminhões militares da União Africana à medida em que nos aproximávamos da pista de aterrissagem", conta um cristão ocidental.

"Nosso anfitrião nos conduziu até um veículo com homens fortemente armados. Eles eram visivelmente jovens, o que era muito perturbador. Com armas de fogo engatilhadas, eles nos escoltaram até o hotel em que nos hospedamos.

Na Somália, o que mais se ouve é o barulho de armas e tiros. As pessoas têm crescido tão acostumadas com essa anomalia que entram em pânico se houver silêncio por apenas uma hora. A parte mais difícil de entender foi o fato de que aparentemente a vida humana perdeu seu valor. Todos aceitam que podem morrer a qualquer momento. Um ambiente de completa anarquia.

Mais espantoso ainda é saber que apesar de tudo há uma Igreja ali. Quando esses cristãos se entregam a Cristo, se entregam à morte. Os cristãos permanecem com dificuldades e precisando de nossas orações.

Visitar a Somália, mais uma vez, nos deixou muito realizados e renovados por saber que Deus está edificando sua Igreja. Sua graça e força a sustêm em meio a tudo isso. Os cristãos dali são, sem dúvida, testemunhas vivas da fidelidade de Deus".

Pedidos de oração
  • Agradeça a Deus pela edificação de sua Igreja na Somália. Ore pela preservação dela naquele país.
  • Agradeça ao Senhor por aqueles que têm entregado sua vida a Jesus. Ore para que não desfaleçam e nem desanimem diante dos desafios e dificuldades.
  • Interceda pelo povo somali de modo geral. Que o país tenha um governo forte, democrático e não corrupto.
FontePortas Abertas Brasil

Cristãos brasileiros são condenados à prisão no Senegal

O julgamento de José Dílson Alves da Silva e Zeneide Morais foi realizado no dia 20 de maio desse ano, na cidade de Thiès, no Senegal. A duração foi de aproximadamente 3 horas. Os missionários eram responsáveis por um projeto social voltado aos jovens de rua senegaleses
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Quatro advogados de Defesa estiveram presentes no julgamento dessa terça-feira (20/05) no intuito de derrubar as argumentações da Promotoria. Porém, a proposta da Promotoria de uma pena de dois anos de prisão mais multa foi mais bem aceita.
O juiz determinou que a sentença final será dada no dia 17 de junho de 2014.
Entenda o caso
No início de novembro de 2012, o pai de um dos meninos do Projeto Obadias – abrigo que os missionários dirigiam antes de sua prisão, dirigiu-se às autoridades e fez acusações contra José e Zeneide, alegando que seu filho havia se recusado a recitar uma oração muçulmana e estava exibindo comportamento cristão.
O pai afirmou que os cristãos estavam desrespeitando o islã ao ensinar o cristianismo às crianças. Outras acusações incluem sequestro e tráfico de menores.
José Dilson, membro da Igreja Presbiteriana do Brasil, é missionário há mais de 20 anos no continente africano e nunca teve problemas com a justiça local. O trabalho missionário juntamente com a Zeneide é mantido no país por organizações missionárias brasileiras.
FonteAPMT